Coaching nas Organizações

Há fases na vida das pessoas e das organizações em que é premente que a mudança aconteça. Quem faz as organizações são as pessoas e todas as pessoas são importantes – é um princípio fundamental – a assimilarmos e a pormos em prática na Sociedade do Conhecimento. Para que a Mudança aconteça ela tem que ser desejada – QUERER. Contudo a mudança assusta muitas pessoas, em minha opinião porque não estão informadas, porque a comunicação não funciona, quer a nível pessoal quer a nível organizacional e assim vai-se dizendo “hei-de fazer, hei-de mudar, …” e isso não acontece, as pessoas não põem em prática o seu desenvolvimento pessoal, logo não se valorizam, não sabem que “sabem ser” e “sabem fazer”, aí a sua auto-estima vai muitas vezes abaixo, não dão o seu melhor, não colocam o seu talento em prática porque têm medo e/ou porque as próprias chefias estão com o mesmo dilema, atràs descrito. O Coaching é como que uma auto-descoberta que faz brilhar as pessoas e, logo crescer as organizações, atingir o sucesso e a excelência individual e das organizações. A esse propósito, Mário Ceitil (Cegoc) dizia há dias numa entrevista que “em vez de os gestores se orientarem predominantemente para dar às pessoas instruções detalhadas sobre o que fazer e quando o fazer, [com o Coaching] focalizam-se mais em encorajá-las, a pensarem por si próprias, a serem mais pro-activas e a exercitarem a autonomia e a inicitiva”. Todos sabemos que quando delegamos mais actividades às pessoas mais elas se sentem motivadas, importantes porque estamos a confiar algo de novo nelas. O Líder não perde o controlo do que delega, ele supervisiona, orienta e gere melhor o seu tempo.Margarida Rebelo23.09.2009

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